“Brasileiros jovens entram no mercado de trabalho e se ressentem de déficit de habilidades fundamentais para a vida profissional. ” – Sérgio Agudo (Udemy)

 

Uma pesquisa recente da empresa de educação online Udemy, feita com 1000 profissionais com idades entre 21 e 35 anos, aponta que não é o conhecimento técnico que faz falta para ingressar no mercado de trabalho.

As “soft skills” (habilidades comportamentais) são consideradas indispensáveis e a falta delas pode prejudicar seriamente o desempenho profissional.

Alguns dados:

  • Para 2/3 dos pesquisados, falta inteligência emocional, gestão do tempo, comunicação e pensamento crítico. Apontaram deficiências em comunicação, tanto para transmissão de conhecimento quanto convivência em equipe;
  • Para 1/4 dos jovens o problema está na falta das habilidades de liderança, compreensível em profissionais na 1ª metade da carreira;
  • Para cerca de 95% dos entrevistados é vital preencher essas lacunas para complementar o ensino formal e ter uma visão mais realista do ambiente profissional que irão encontrar.

 

Já está provado que habilidade e atitudes são os grandes diferenciais,
pois conhecimento já é pressuposto!

Um exemplo recente disso foi a pesquisa “a frio” que fizemos com profissionais de gestão de projetos, tradicionais e ágeis. O que mais impactava a produtividade das equipes eram os atrasos em suas entregas. Os problemas aconteciam na administração do tempo, mas as causas mais recorrentes eram os relacionamentos, comunicações e negociações entre eles.

Nesses muitos anos de atuação em educação corporativa, as situações mudaram muito por conta do avanço tecnológico, entretanto algumas questões persistem. A importância das áreas comportamentais e relacionais ainda supera as demais. Já as competências tecnológicas, já não são vistas como diferenciais, mas essenciais.

É preciso deixar claro o que é autenticidade e intolerância.
Se alguém é “de um jeito”, não quer dizer que é “do jeito certo”!

A confusão entre “eu penso estar certo” e “eu sei que você está errado”, é quase sempre sinal de intolerância.

Os mais jovens acostumados a falar (e criticar) livremente especialmente nas redes sociais, levam esse hábito para as empresas. Quem já faz parte dela, ressente-se desse comportamento, por que estão acostumados à uma outra linguagem, mais contida e uma disciplina institucionalizada.

E nesse ambiente de contrastes, é difícil expressar opiniões antagônicas, negar algo à alguém, ou ainda apontar erros! “Fazer diferente” afronta àqueles que já tem padrões estabelecidos.

Com o avanço das pesquisas e em especial das neurociências, aprendeu-se que com as palavras e os gestos adequados, o cérebro aceita melhor e pacifica as questões acima. Hoje entende-se que é possível desenvolver habilidades e posturas usando apenas gestos e palavras diferentes. Isso mudou para sempre a comunicação, os relacionamentos – a disciplina da neurolinguística entra em campo e os profissionais são treinados para buscar sinergia em suas interações.

Qualquer solução compartilhada funciona mais que uma
solução melhor que nem todos querem adotar !

Por que manter a canais abertos?

O mundo corporativo investe pesado no desenvolvimento dessas “soft skills”, como forma de ganhar mais velocidade e produtividade em suas equipes.

  • Não é tão fácil expressar opiniões conflitantes ou negar algo à alguém, ou ainda apontar seus erros, sem causar conflitos e perda de tempo;
  • Com o avanço das pesquisas e em especial das neurociências, aprendeu-se que com as palavras e os gestos adequados, nosso cérebro tem maior receptividade a ideias novas ou antagônicas. Disciplinas como a neurolinguística são ferramentas valiosas;
  • É preciso ressignificar antigos conceitos e não destruir a identidade de alguém. Basta ampliar seu “mindset” e adequar suas formas de expressão. Pronto, a mágica está feita…

Temos resultados muito  positivos em nossos cursos e workshops que tratam desses temas, com a aplicação de técnicas e ferramentas simples, mas efetivas. O importante é saber o que “aquela” pessoa precisa mais e como introduzir a habilidade específica.

Segundo a HSM, 60% dos problemas de uma empresa tem como causa a má comunicação.
Daí para as “fake news” é um passo!

 

Ressignificar não significa maquiar a verdade, mas ampliar seu alcance. Definitivamente não é criar “fake news” para que a realidade caiba nos interesses pessoais!

Com o aumento da polarização de ideias e comportamentos, não só no Brasil, mas no mundo todo, aumenta exponencialmente o número de pessoas que anda “surfando nessa onda”!
E na maioria esmagadora dos casos, os resultado são desastrosos.

Isso também atingiu os comportamento na empresa – Manter só um lado da informação, resulta na falta de novas ideias.  Afinal, a inovação acontece quando todos “se escutam” para depois concordar  ou discordar. Dai nascem as novas soluções e não repetições repaginadas.

Se o perfeccionismo com sua rigidez inibe a liberdade de pensar “e se”, é preciso cuidar para que mentes criativas não ultrapassem a barreira ética com criativas “fake news”.

Quanto mais você conhecer suas forma de pensar, seu mindset, mais fácil será procurar o equilíbrio comportamental.

MINDSET  PREVENTIVO
Pertence a pessoas cautelosas que tendem a evitar mudanças, por que focam o que se irão perder com ela.
Preparam-se para o pior cenário!

 

Esse perfil tende a(ao)…

  • Apego às conquistas e medo de perdê-las;
  • Busca constante de segurança;
  • Perfeccionismo;
  • Antecipação de problemas – ansiedade e stress;
  • Rejeição diante de mudanças rápidas ou inesperadas.


Observação:
Essas características, inclusive os pontos de atenção (se controlados), podem construir  um profissional confiável, com produção de qualidade  e de  resultados quase sempre irrefutáveis!

O segredo está em mudar alguns hábitos sem abandonar suas crenças.

MINDSET AFIRMATIVO
Pertence a pessoas ousadas que focam o que se pode ganhar com mudanças e por isso  as provocam.
Em geral
preparam-se para o melhor.

 

Esse perfil tende a(ao)…

  • Busca de experimentações e resultados rápidos;
  • Predileção por riscos nem sempre calculados;
  • Atenção ao novo, mas não à sua análise;
  • Impaciência  com aprofundamentos;
  • Antecipação de conquistas.

 

Observação:
Essas características, inclusive os pontos de atenção (se controlados), podem construir  um profissional aberto a mudanças ágeis, com produção ousada e criativa e resultados quase sempre inovadores.

O segredo está em mudar alguns hábitos sem abandonar suas crenças.

 

Hábitos são difíceis de mudar, por que veem da forma como encaramos a vida tanto pessoal quanto profissional.
Mas podem ser mudados e sem prejuízos para nossas crenças e valores!

MUDANÇA DE HÁBITOS

Mudar hábitos depende de cada pessoa – ações diferentes, em tempos diferentes  para perfis diferentes.

  • A partir de reconstruções faciais e de membros do corpo os médicos concluíram que 21 dias era o tempo que levava alguém para se acostumar à sua nova face. O tempo levavam amputados para deixarem de sentir seus “membros fantasmas;
  • Já outras pesquisas propõem que a mudança de hábito acontecem em 66 dias;
  • Já um experimento mostrou que fazer exercícios se tornem um hábito, leva 81 dias;
  • Finalmente, outros estudos chegaram até a 254 dias!

A verdade é que cada um tem seu tempo e a mudança depende do quanto se está empenhado nela. Enquanto as mudanças de  mindset não acontecem, é preciso utilizar ferramentas que nos permitam equilibrar nossas tendências afirmativas e preventivas.

As áreas abaixo são as mais recomendadas para cada perfil,
alinhadas com as outras
perfilizações: a pessoal, relacional e a de liderança.

  • Treinamento e desenvolvimento de Mindset preventivo – Hipo-Reativos
    Programas que facilitem a  extroversão e à comunicação.
  • Mindset preventivo – Hiper-Reativos
    Programas que facilitem o planejamento, a atenção focada à  comunicação.racional.