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A Harvard Business Review fez uma publicação com um título no mínimo curioso,  

POR QUE NÓS ADORAMOS ODIAR O RH – E O QUE ELE PODE FAZER A RESPEITO!

A proposta do ensaio era “explodir o RH e construir algo novo”. Ele aponta que a crítica  mais comum é a de os executivos da área, focavam demais na administrivialidades(palavras deles) e deixavam de lado a visão e o pensamento estratégico

Há mais de 30 anos, como responsável pela empresa Inmind de Educação Corporativa, eu acompanho RHs de empresas nacionais e multinacionais e em maior ou menor grau, essa percepção existe.

Mas o que nem sempre é considerado são as peculiaridades do negócio, que trazem desafios “sazonais”:

• Acontece que os clientes internos reagem às fases do mercado – Se ele está aquecido, os talentos são mais disputados e é hora de correr atrás desses talentos – aí o RH é o parceirão.  Se, ao contrário, as coisas estão mais devagar, com enorme oferta de talentos, as normas do RH são vistas como entraves – afinal todo mundo está querendo correr atrás do prejuízo, sem muito tempo para “gastar” com normas e outras trivialidades.

• Outra questão é que os perfis dos que acionam o RH são muito diferentes – mas em comum,  demandam  respostas “pra ontem”, que seu problema é maior e mais urgente que os demais e por isso acreditam que sua área deve ter preferência… Negociar com eles demandam além de ações táticas, inteligência emocional e muita autoconfiança. Tudo isso sempre pode ser melhorado, não importa o grau de senioridade dos profissionais envolvidos.

• Na outra ponta, os colaboradores têm questões que vão desde de queixas administrativas  até as pessoais, incluindo insatisfações, conflitos e atualmente inclusão e burnout! Haja braços…

Por conta dessa realidade que conhecemos bem, construímos o projeto “REPENSANDO RH” com foco em  aumentar a percepção de valor gerado pela área e fornecer técnicas e ferramentas para a maximizar a eficiência de seus profissionais. Afinal, suas responsabilidades vão bem além do recrutamento e seleção.

Nosso projeto é um conjunto de ações coordenadas que dão resultados rapidamente e  podem ser adaptados ao negócio e cultura da empresa. É aplicado à distância com reuniões presenciais de spin e atualização de progresso.

O diferencial  está no alto nível de customização e os chats em grupo ou individuais. É um modelo de consultoria que pode ser replicado para outras áreas.

Uma visão geral desse projeto:

• Alinhar os softwares utilizados para dados e controles, para que todos estejam “na mesma página”.

• Tratar da questão das entregas de forma a desencorajar o pensamento – não vou envolver o RH por que vai demorar muito…

• Alavancar ações programadas para construir um bom capital humano para a empresa.

• Verificar como está sendo feita a gestão do conhecimento e que ferramentas poderiam ser úteis.

• A visão de longo prazo deve coexistir com as muitas mudanças dentro das mesmas demandas, ou mesmo a disrupção delas.

• Considerar o desenvolvimento aspectos importantes de consultoria interna, com táticas de negociação, influência, venda e defesa de ideias e gestão de tempo e conflitos.

O grande segredo de sucesso de um RH estratégico é combinar planejamento, percepção e sensibilidade para lidar com o que está no próprio nome – recursos humanos.

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E aproveitando, o que acha de baixar nosso e-book sobre Delegação?

Fonte: Harvard Business Review Brasil.
https://hbrbr.uol.com.br/por-que-adoramos-odiar-o-rh-e-o-que-o-rh-pode-fazer-a-respeito/