Olá a todos.

O post de hoje trata de algo que você, eu e todos nós!
A falta dessa riqueza específica está acabando com o equilíbrio que faz com que o “bicho homem” seja um ser humano.

Estamos falando do FIB.

Não, não é sobre economia…

Não vamos falar sobre PIB brasileiro, mas sim sobre FIB = O indicador que mede a “FELICIDADE INTERNA BRUTA”.

O termo foi criado pelo rei do Butão. (Wangchuck), em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas. E deu resultados.

FIB provê uma abordagem integral para medir o desenvolvimento, que incorpora fatores sociais, ambientais e econômicos, bem como outros contribuintes chave para o bem estar, tais como saúde, cultura e governança.

É baseado na premissa de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente.

O que se vê no entanto é o total foco econômico, cuja felicidade se mede pelo “ter”, pelo material, pela ambição desmedida que corrompe que é injusto e que que separa o “nós e eles”

Os Pilares da FIB

Promoção da Educação e Inclusão Social
Preservação dos Valores Culturais que garantam a Vitalidade Comunitária
Resiliência Ecológica com Desenvolvimento Sustentável
Governança Sustentável para potencialização do Padrão de Vida
A jornada de trabalho justa e compensatória
Saúde, promoção do tempo livre e do Lazer

Acredito que hj nossos menores índices não são os econômicos mas os que remontam ao indivíduo pleno.

Estamos preocupados com o baixo PIB, mas esquecemos dos pilares do FIB. Sem eles entramos num ciclo vicioso de ganância, miopia em relação às metas futuras, fixadas no quantitativo e esquecendo o qualitativo.

A utilização desses indicadores de bem-estar vem, nos últimos anos, ganhando mais relevância no mundo. Temos exemplos de implantações no Reino Unido, Tailândia, Canadá, e Austrália. E no Brasil foram aplicadas em algumas cidades do interior de São Paulo, Rio Grande do Sul e até no Distrito Federal. Mas cabe a nós exigir e também construir os pilares dos quais falamos.

Achei importante falarmos disso nesse momento onde a desesperança e a tristeza “derrubam” nosso FIB. Será que dá tempo pra repensar?